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Presidente da Casan participa da reunião da comissão mista da Alesc

Notícias de Santa Catarina - SC HOJE News

O presidente da Casan, Edson Moritz, durante a reunião da comissão mista sobre o rompimento do reservatório em Florianópolis
FOTO: Rodolfo Espínola/Agência AL

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O presidente da Casan, Edson Moritz, participou, na tarde desta terça-feira (12), da última reunião neste ano da comissão mista instituída pela Assembleia Legislativa para tratar do rompimento do reservatório da Casan, ocorrido em setembro passado, na área continental de Florianópolis. O dirigente atualizou os membros da comissão sobre os acordos feitos entre os moradores atingidos pelo rompimento e a companhia.

Segundo Moritz, foram pagos até o momento R$ 9,7 milhões em indenizações para 159 pessoas. No caso dos bens móveis, houve acordo com 100% dos moradores. Para os imóveis, esse índice é de 99%, sendo que no único caso ainda não resolvido a companhia aguarda documentação comprobatória do interessado.

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Para os lucros cessantes, dos casos identificados, 46 foram resolvidos em acordo com a companhia, em um não houve acordo e outros 25 foram indeferidos porque, segundo o presidente da Casan, ou não houve comprovação ou não era cabível a indenização, na avaliação da empresa.

“Não temos a pretensão de achar que fizemos tudo certo, que não erramos”, comentou.

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Moritz disse aos membros da comissão que se reunirá com a Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família, com o objetivo de desenvolver alguma ação social na comunidade do Sapé, que foi atingida pelo rompimento do reservatório. Ele elogiou a maneira como a comunidade se comportou diante da tragédia. “Somos gratos à comunidade do Sapé”, disse.

Providências
Moritz também apresentou aos deputados procedimentos internos que foram adotados para evitar novos casos. Entre eles, estão ações administrativas, como a revisão do manual de contratações; e ações técnicas e operacionais, como a revisão dos procedimentos de fiscalização das obras.

O dirigente informou que nos próximos dias a Casan receberá o resultado de uma perícia técnica independente, contratada pela companhia, para investigar as causas do rompimento e apontar as responsabilidades. “Trata-se de um material robusto, técnico, que traz informações muito relevantes”, adiantou.

Moritz comunicou, ainda, que foi instituída uma sindicância para apurar o sumiço do diário da obra do reservatório referente ao mês de outubro de 2017. Por fim, ele afirmou concordar com a sugestão feita pela comissão da contratação de empresa especializada para assessorar os atingidos e a companhia.

“Temos que ver como isso pode ser feito”, comentou. “Vamos buscar profissionais especialistas em análise de riscos e gestão de contingências para termos pessoas preparadas para lidar com essas situações”.

Além do relator, deputado Mário Motta (PSD), participaram da reunião desta terça os deputados Ivan Naatz (PL), presidente da comissão; Marquito (Psol), vice-presidente; e Lunelli (MDB). O grupo volta a se reunir em 27 de fevereiro para a apresentação do relatório preliminar.

Marcelo Espinoza
Agência AL

Fonte: Agência ALESC

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Redação SC Hoje
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