O planejamento estratégico que vai definir o futuro turístico de Balneário Camboriú para a próxima década entra em uma fase decisiva. Encerra-se nesta quarta-feira (13) o prazo para a consulta pública on-line sobre o novo Plano Municipal de Turismo (PMT) 2026-2036. O documento é a peça-chave para decidir como a cidade deve lidar com gargalos históricos, como a sazonalidade e a infraestrutura urbana.
A consulta é o canal direto para que o cidadão influencie nas decisões que serão debatidas amanhã (14), às 18h30, em uma reunião de delegados na sede da CDL.
O que está em jogo?
Diferente de planos anteriores, o PMT 2026-2036 está dividido em eixos que atacam pontos sensíveis para quem vive e trabalha na “Dubai Brasileira”. Nesta primeira etapa, o foco está em três pilares:
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Gestão e Mobilidade: Como melhorar o fluxo de pessoas e veículos em uma cidade que ferve no verão, mas precisa funcionar o ano todo?
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Fim da Sazonalidade: O plano busca estratégias de “Turismo Criativo” para valorizar o patrimônio histórico e manter o comércio aquecido também nos meses de inverno.
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Novos Públicos: A segmentação da oferta turística para tornar a cidade competitiva não apenas pelo sol e mar, mas por experiências diferenciadas e luxo.
Participação contínua e “digitalização”
A prefeitura informou que este é apenas o primeiro de uma série de formulários. A ideia é que, a cada novo tema debatido pelos delegados, a comunidade tenha uma janela de participação digital.
Para quem deseja registrar sua opinião, o acesso é feito via formulário on-line (clique aqui para acessar) ou através do aplicativo BC Digital, onde também estão disponíveis os detalhes técnicos de cada eixo.
Reta final do cronograma
Após a coleta de dados de hoje, o calendário segue intenso até o lançamento oficial:
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Junho: Novas reuniões temáticas e fórum de validação com delegados (30/06).
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Outubro: Entrega final do texto que servirá como guia para o desenvolvimento econômico de BC até 2036.
Para o setor produtivo e para o morador que sente o impacto do turismo no trânsito e nos serviços públicos, esta é a última chamada para garantir que as demandas locais não fiquem de fora do papel.
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