Bolsonaro vê ‘nova prova’ da parcialidade de Moraes a Lula

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Quando terminar o mandato presidencial, Jair Bolsonaro (PL) pretende tirar um período de descanso no início do ano. Todavia, também nesse período, ele quer atuar para elevar o nome do ex-ministro e senador eleito Rogério Marinho (PL-RN) à presidência do Senado, derrotando o atual líder da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD).

Segundo informações obtidas pela colunista Carla Araújo, do portal UOL, o atual mandatário tem falado sobre esses planos a aliados mais próximos.

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O PL já lançou o nome de Marinho para a disputa da Casa Alta no próximo ano. Somente pela sigla, há 14 senadores. As contas do partido apontam para 25 votos garantidos e uma margem possível de outros 10.

Com isso, Bolsonaro e aliados querem buscar o restante dos votos para vencer Pacheco e outros possíveis concorrentes.

De acordo com a colunista, o plano tem a ver ainda com a meta do futuro ex-presidente em puxar um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Segundo a Constituição, a abertura de um processo como esse cabe “privativamente” à Casa Alta. No último dia 23, parlamentares ligados a Bolsonaro apresentaram um pedido de afastamento de Moraes e do ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luís Roberto Barroso. No entanto, Pacheco rejeitou e arquivou o texto.

Mudança

Nos próximos dias, Bolsonaro deve desocupar o Palácio da Alvorada e passar a residir em condomínio de casas na região nobre de Brasília. O imóvel será bancado pelo PL, assim como um escritório de onde ele deve despachar parlamentares eleitos com os quais tem alinhamento político.

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