Desesperado, o governador Moisés distribui dinheiro, diz Sargento Lima


É grande a possibilidade do pacote de bondades do governador Carlos Moisés inviabilizar a economia do Estado nos próximos anos. Foi o que afirmou o deputado Sargento Lima (PL), ao enumerar reajustes e gratificações salariais, além de distribuição de dinheiro para conquistar o apoio de prefeitos.

Além dos R$ 7,3 bilhões, referentes ao Plano 1000, que serão entregues aos municípios, Sargento Lima cita R$ 1,5 bilhão/ano que estão sendo dados a várias categorias de servidores, em alguns casos criando ou reforçando castas privilegiadas do funcionalismo público. Cita como absurdos a elevação salarial de R$ 4,7 mil para R$ 16,3 mil para alunos oficiais da Polícia Militar. “R$ 16,3 mil para estudar. Isso é o dobro do que irá receber, a partir de janeiro de 2022, um professor doutor”.

Sargento Lima também elenca como “absurdo” o projeto de lei complementar para equiparar o salário dos contadores e analistas do Tesouro estadual, que poderão ter carreira única de auditor de finanças públicas. Se a Alesc aprovar, será um salto salarial de R$ 5,6 mil mensais para R$ 35 mil, e sem concurso público.

“O governador se comporta como um mau inquilino que, ao saber que será despejado, acaba por depredar o patrimônio público. Isso não passa de uma saída de um governador que não tem projeto, repassando dinheiro, sem critério transparente, o que levanta, mais uma vez, o assunto do PIX para os prefeitos abandonarem suas legendas para aguardarem a filiação do governador”, comentou o deputado liberal.

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