Olimpíada de Língua Portuguesa mobiliza escolas municipais


A Olimpíada de Língua Portuguesa – OLP – Escrevendo o Futuro entrou na sua sétima edição e como de costume, visando incentivar professores e estudantes, a Secretaria Municipal de Educação fez a adesão e todas as escolas do município puderam participar.

Os gêneros textuais que envolvem a Olimpíada variam conforme o ano da turma. Sendo eles: Poema: 5º ano do Ensino Fundamental; Memórias literárias: 6º e 7º anos do Ensino Fundamental; Crônica: 8º e 9º anos do Ensino Fundamental; Documentário: 1ª e 2ª séries do Ensino Médio e Artigo de Opinião: 3ª série do Ensino Médio. A OLP acontece em todo o Brasil e o público alvo são estudantes a partir do 5º ano do Ensino Fundamental e seus professores.

“Buscamos oferecer todas as possibilidades de interação entre estudantes, professores e a comunidade escolar, desde que contribuam efetivamente no processo de Ensino e Aprendizagem. A experiência que a Olimpíada de Língua Portuguesa proporciona vai muito além da premiação, mostra aos estudantes novas possibilidades de vivências com a leitura e com a escrita”. Enfatizou a Secretária Municipal de Educação Astrit Tozzo

A avaliação dos textos passa pelas fases escolar, municipal, estadual e nacional, sendo que a primeira e segunda etapas já foram concluídas e ocorreu quando a Comissão Julgadora Municipal avaliou os materiais que foram selecionados anteriormente pelas Comissões Julgadoras Escolares das escolas do município. Participaram da Comissão representando a Secretaria Municipal de Educação os articuladores Cintia Marangoni Menezes e Gilvanio Pedroso e como representantes da Coordenadoria Regional de Educação Grazielli Alves Canalle e Adriana Zani Colaço.

A Professora Daniele Klein, de Língua Portuguesa da EBM Severiano disse que: “Participar da Olimpíada de Língua Portuguesa é sempre uma oportunidade a mais de conhecer seu aluno, seu ponto de vista e sua realidade. Este ano não foi diferente, durante as oficinas realizadas de crônica nas turmas do 9° ano na EBM Severiano Rolin de Moura, conheci mais dos meus alunos, da realidade em que estão inseridos e as visões que tem sobre um lugar ou fato. As oficinas foram repletas de diálogo, troca de opiniões e ideias, atividades de escrita e reescrita, inclusive momentos de leitura e roda de conversa ao ar livre. Com este trabalho percebi um estreitamento da ligação com as turmas”.

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