Se permita ser cobaia de si mesmo por vinte e quatro horas

QUANDO VAMOS COMEÇAR?
Experimente, nem que seja por um dia…
Se permita ser cobaia de si mesmo por vinte e quatro horas.
Tenha a coragem de se expor ao contágio do Evangelho. Tente, pelo menos tente:
Abrir a janela um pouco mais, deixando o sol da manhã inundar a sala.
Inspecionar o guarda roupa e dele extrair toda peça de roupa servível, situando-as como possibilidades reais de doação.
Só por hoje você ouvirá quarenta por cento mais e falará dez por cento menos.
Sustentará um sorriso no lugar da frieza habitual.
Dispensará uma maquiagem mais pesada, optando pela simplicidade de expor seu rosto como a natureza lhe ofertou.
Começará o dia na psicologia da gratidão e o encerrará na bênção da oração.
Só hoje, não fará nenhum pedido a Deus, mesmo visitado pela dor ou pela carência.
Fará três ligações para amigos ou parentes que não vê há muito tempo, somente para saber como eles estão indo.
Ouvirá mais música clássica, dispensando sem mágoa as agitadas composições da atualidade.
Olhará a vida pelo parabrisa.
Colocará aqueles papéis e documentos em ordem, pois eles estão esperando sua arrumação a meses.
Exumará do íntimo remoques e cizânias contra quem quer que seja.
Plantará no jardim, muro ou vaso qualquer semente que tiver ao alcance, com predileção por flores ou uma árvore frutífera.
Fará uma caminhada de meia hora, dispensando qualquer fone de ouvido, simplesmente para pensar na vida enquanto caminha.
Tirará da prateleira aquele livro que está esperando seus olhos e sua atenção a uma década.
Lançará nas redes sociais, se dispuser, informações alegres e notícias alvissareiras.
Dispensará por hoje o noticiário chocante.
Educará o verbo para que ele enalteça a vida pelo que ela tem de melhor.
Usará três vezes mais o “nós” e duas vezes menos o “eu”.
Dará bom dia, boa tarde e boa noite a quem encontrar, mesmo que não seja correspondido.
Cuidará de animais domésticos sem os humanizar e tratará os seres humanos sem os animalizar.
Caminhará no mundo como se fosse seu último dia na Terra, servindo e pacificando onde encontrar o incêndio das paixões.
Em vez da habitual impaciência com que trata as ocorrências adversas, se consultará cada vez mais com a calma e a reflexão, adotando as medidas cabíveis a cada situação.
Diminuirá a oferta de presentes, se fazendo mais presente na vida de quem afirma amar.
Se hospedar alguém, lhe dará tratamento como se familiar fosse. Se for hóspede, buscará não tumultuar quem lhe acolhe.
Em qualquer roda de conversa com pessoas de outras religiões, se colocará em pensamento no lugar delas, suprimindo intolerância e anátema a quem lê a vida por cartilha diferente da sua.
Visitado por adversários gratuitos, lhes ofertará gentileza e cordialidade. Se forem amigos, lhes dará o coração. Com os primeiros, buscará reconquistar o território perdido. Com os segundos, cimentará a afetividade sem paixões.
Ante os filhos, os enxergará como empréstimos divinos, aves que se emplumam no lar para depois voarem para a floresta bravia do mundo.
Se estiver ou viver solitário no afeto, se dilatará na solidariedade e nas obras de filantropia.
Não, certamente que não conseguimos enumerar todas as ocorrências de hoje que podem ser marcos divisórios entre o que fomos e o que desejamos ser, mas qualquer estrada de cem quilômetros, para ser vencida, pede o esforço do primeiro passo.
Quando vamos começar?
Marta
Psicografia de Marcel Cadidé Mariano
Centro Espírita Caminho da Redenção
Mansão do Caminho
Instituição fundada por Divaldo Franco e Nilson a mais de 75 anos
Marcel também é trabalhador da Federação Espírita da Bahia a mais de 37 anos

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