Florianópolis é a segunda Capital com mais ciclovias e ciclofaixas por habitante, segundo pesquisa da Aliança Bike


De acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) e publicada no último dia 10 de junho, Florianópolis é a segunda capital brasileira com mais ciclovias e ciclofaixas por habitante, tendo 23,53 km para cada 100 mil habitantes. O Município mais que dobrou a malha cicloviária na Cidade nos últimos cinco anos e, atualmente, possui 181,70 km. Do total, 105,12 km foram realizados a partir de 2016, entre ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e passeios compartilhados.

A Prefeitura de Florianópolis, por meio da Secretaria de Mobilidade e Planejamento Urbano e da Secretaria de Infraestrutura, vem realizando a expansão gradativa da malha cicloviária da Cidade. Resultado disso é possível ver no levantamento nas Capitais feito pela Aliança Bike, onde a cidade ficou atrás apenas do Município de Rio Branco, que está em primeiro lugar com 26,22 km de ciclofaixas e ciclovias para cada 100 mil habitantes.

Florianópolis hoje conta com 55,32 km de ciclorrotas, onde bicicletas, carros, ônibus e motos trafegam juntos. Essas rotas indicam atenção aos motoristas, pois naquele local existe a circulação de ciclistas. Já as ciclofaixas tem sinalização diferenciada, com uma faixa sendo pintada na rua sendo reservada exclusivamente aos ciclistas. Atualmente, são 76,30 km somente para esse tipo de malha cicloviária na Cidade. As ciclovias, por sua vez, são vias sinalizadas e com separação física entre ciclistas e veículos e há 45,26 km disponíveis em Florianópolis. Além dessas, há também o passeio compartilhado, onde pedestres e ciclistas dividem um mesmo espaço, estando presente em 8,49 km da Cidade.

Entre as principais ligações e trechos realizados de malha cicloviária estão Rua Fúlvio Aducci (Estreito), Av. Gama D Eça (Centro), Av. Madre Benvenuta (Santa Mônica), Rua João Pio Duarte Silva (Córrego Grande), ligação do Abraão até o Centro passando por Coqueiros, e a ligação do João Paulo até Santo Antônio de Lisboa, passando pelo Saco Grande e Cacupé

O levantamento realizado mostra como a cidade está evoluindo em malha cicloviária e também o quanto precisamos investir ainda mais em estrutura para que a utilização da bicicleta como meio de transporte seja cada vez mais frequente. A cultura da bicicleta ajuda na mobilidade, no meio ambiente e promove maior democratização do espaço urbano, e é isso que queremos para Florianópolis, afirma o secretário de Mobilidade e Planejamento Urbano, Michel Mittmann.

Para ver o levantamento na íntegra acesse: bit.ly/RankingCiclo


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