Ações do Corpo de Bombeiros Militar contra os voluntários repercute na Alesc


O patrocínio de ações judiciais pelo Corpo de Bombeiros Militar, inclusive no Supremo Tribunal Federal (STF), contra as corporações de bombeiros voluntários repercutiu negativamente na sessão de quarta-feira (30) da Assembleia Legislativa.

“Acreditam que a Associação dos Bombeiros Militares fez uma denúncia ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) contra a prefeitura de Jaraguá de Sul e de Joinville por conta do convênio que têm com o bombeiro voluntário para fazer o atendimento às pessoas? Meu pai diria que o poste mijando no cachorro. Está para ser julgada”, alertou Kennedy Nunes (PTB).

Segundo o parlamentar, Corpo de Bombeiros Militar também entrou com uma ação civil pública contra a corporação voluntária sustentando que o serviço prestado pelo bombeiro voluntário é criminoso;

“O voluntariado é crime, está lá na ação”, disparou Kennedy, acrescentando que a instituição ainda protocolou ação no STF contra lei aprovada na Casa que inseriu na Constituição Estadual o serviço de bombeiro voluntário.

Dr. Vicente Caropreso (PSDB) lamentou o assédio judicial.

“Jaraguá, Joinville e outras cidades não sobrevivem sem os bombeiros voluntários, é excelente o custo benefício”, avaliou Caropreso.

Conforme relatou Kennedy, uma delegação de bombeiros visitou a Assembleia Legislativa na tarde desta quarta-feira (30), reuniu-se com deputados na sala da Presidência e reivindicou a atuação da Procuradoria da Casa na defesa das corporações de bombeiros voluntários.

Julio Granado
Sargento Lima (PL) lamentou o falecimento de Julio Granado, bancário e músico, residente em Itapoá.

“Durante toda sua vida dedicou-se à família, aos amigos e à cultura. É pai da minha cunhada Cristina, deixou filhos, netos e uma legião de amigos. Hoje minha casa está de luto, um homem puro, bom, que sempre nos tratou com muito carinho e amor”.

Carteira profissional de pescadores
Sargento Lima lembrou os pescadores que a carteira profissional dos pescadores está disponível para confecção no site do governo federal.

“Sei das dificuldades que atravessam para acessar esse documento, no governo federal você consegue acessar gratuitamente, você não precisa pagar, a cobrança para a referida carteira é ilegal”, registrou Lima.

Filho perdido para a UFSC
Jessé Lopes (PSL) noticiou o caso de uma mãe que o visitou no gabinete para denunciar que perdeu seu filho para a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

“Estudou na UFSC e em seis meses a mãe não conhecia mais ele, mudou seu biotipo, se transfigurou”, relatou Jessé, completando que a mãe trouxe os livros que o filho deixou no quarto e que tratavam sobre sexualidade.

“Um dos grandes erros do poder militar foi ter entregue de lambuja as universidades para os comunistas. Tem autonomia para tudo, é um mundo paralelo, não é por acaso que um jovem entra lá e se transfigura”.

“Chapa na nuca”
Jessé ironizou um professor da rede estadual que leciona Geografia em Jaraguá do Sul e que costumeiramente critica o presidente Bolsonaro em sala de aula. O deputado disse na tribuna que que se fosse pai de um aluno e encontrasse o professor ia “botar a chapa na nuca”.

Receita de sucesso
Celso Zuchi (PT) exibiu no telão da tribuna vídeo antigo do ministro Paulo Guedes elogiando o ex-presidente Lula pelo programa Bolsa Família. “Um impacto extraordinário, com pouco dinheiro mudou a vida de muitos brasileiros”, disse, na época, Paulo Guedes.

Para Zuchi, para ajudar os cerca de 13 mi de pais de famílias que procuram emprego e não encontram o governo atual poderia utilizar R$ 10 bi dos R$ 104 bi que a Petrobrás distribuiu de lucro.

“O governo abandonou o Brasil e as famílias”, disparou Zuchi.

Ana Paula Silveira
Celso Zuchi homenageou na tribuna a doutora Ana Paula Silveira, dirigente do Instituto Federal de Gaspar.

“Está fazendo um trabalho maravilhoso no Instituto Federal. Conseguimos o instituto em 2010, hoje temos mais de 2,9 mil jovens e adultos fazendo cursos técnicos gratuitos. Isso é bom para o trabalhador, para o empresário que vai contratar uma mão de obra qualificada”, discursou o ex-prefeito de Gaspar.

Fritz Muller
Vicente Caropreso ressaltou a realização, na próxima segunda-feira (4), às 19 horas, na Assembleia Legislativa, de sessão especial em homenagem ao professor e naturalista Fritz Muller.

“A Assembleia homenageará a família e cerca de 30 pesquisadores”, informou Caropreso, revelando em seguida a importância de Muller para o desenvolvimento da teoria da evolução das espécies, proposta por Charles Darwin, que cita Muller cerca de 90 vezes.

Ismael dos Santos (PSD) também ressaltou a homenagem.

“Fritz Muller é um patrimônio de Santa Catarina, do Brasil e do mundo, uma personalidade forte e firme, tão firme que ele iria receber seu diploma de médico, mas não recebeu porque não fez a confissão teísta exigida, ele norteou sua caminhada por uma perspectiva agnóstica”, apontou Ismael.

O deputado revelou que estudou textos do pesquisador alemão naturalizado brasileiro quando cursou o doutorado.

“Estudei Fritz Muller pelo viés da literatura, a transposição da fábula clássica e fui me deparar com as fábulas de Fritz Muller. Quando ele morou na capital, Desterro, precisava ser o pedagogo das suas filhas e criou fábulas a partir da sua experiência de naturalista e com essas fábulas ensinava português para suas filhas”, contou Ismael.

Jovens e o título de eleitor
Sargento Lima voltou a incentivar o jovem catarinense a fazer o titulo de eleitor para estar apto a votar nas eleições de outubro.

“Importante jovem que você tire seu título do eleitor, mas seja movido pelos bons motivos”, declarou Lima, que criticou a cantora Anita, que também incentiva jovens a votar em outubro.

Ada de Luca (MDB) e Felipe Estevão (PSL) acompanharam Lima e incentivaram os jovens registrarem-se na Justiça Eleitoral.

Segurança no Farol de Laguna
Felipe Estevão cobrou do Executivo a instalação de uma base da Polícia Militar na região do farol de Santa Marta e da Ilha, em Laguna. Conforme relatou o parlamentar, a região vem enfrentando seguidos roubos de gado. Os animais são abatidos a tiros, carneados no local e a carne vendida ilegalmente.

“Temos protocolados pedidos de informação sobre a investigação e não estamos obtendo respostas”, confessou Felipe.

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