Projeto de mobilização socioeducativa busca despertar os adolescentes para as questões ambientais


No dia 22 de março é comemorado como o Dia Mundial da Água. Para marcar esta data, o secretário da Fundação Municipal do Meio Ambiente (FUCAM), Valmor Dalago e a secretária de Educação, Maria Alice Pereira, foram conhecer o Barco Escola em Balneário Camboriú e participaram da Expedição do Igarapé, que percorreu Rio Camboriú para apresentar uma nova alternativa de como trabalhar com as crianças e adolescentes as questões ambientais e a importância da manutenção dos recursos hídricos para as futuras gerações.
“Com certeza é um projeto que fará toda a diferença na aprendizagem sobre o meio ambiente das nossas crianças, pois elas poderão vivenciar uma experiência única no nosso rio Camboriú”, ressaltou a secretária de Educação, Maria Alice Pereira.

A expedição conta com a experiência e conhecimento dos marinheiros, equipe do Barco Pirata e biólogos. O roteiro é a bordo do barco El Bucanero, que foi adaptado para receber com segurança alunos e professores, para navegar ao longo do rio Camboriú, com equipe de marinheiros e engenheira ambiental explicando sobre a importância do rio, sua conservação, descarte correto do lixo e outras informações. O passeio encerra no Parque Raimundo Malta.
“Iniciativas como esta faz toda a diferença para a nossa natureza, pois esses jovens serão os multiplicadores da informação, mas principalmente eles são o futuro do nosso planeta”, destacou secretário da Fundação Municipal do Meio Ambiente (FUCAM), Valmor Dalago.

O Projeto
As cidades de Camboriú e Balneário Camboriú possuem centenas de locais de descarte irregular de lixo e entulho ao longo das margens do rio Camboriú. São móveis velhos, eletrodomésticos, colchões, pedaços de metal, madeira e entulhos dos mais diversos largados no rio todos os dias.
O Barco Pirata (Barra Sul Turismo Náutico Ltda), junto com entidades de classe e poder público, já desenvolveu algumas ações pontuais de limpeza do rio. Na última ação foi retirado cerca de 50 metros cúbicos de lixo das margens, em cerca de apenas 4 horas de trabalho.
“Sabemos que ações pontuais são importantes, mas não irão resolver o problema. Precisamos encarar esse desafio de maneira mais profunda, apostando no futuro, despertando nas crianças a necessidade de cuidarmos do meio ambiente”, afirma Domingos.

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