Alesc irá realizar sessão solene em homenagem aos 30 anos da Epagri


As três décadas de fundação da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) serão tema de sessão especial da Assembleia Legislativa. A solenidade acontecerá nesta quinta-feira (18), às 19h, no plenário Osni Regis, na Alesc, em Florianópolis. A iniciativa de sugerir a homenagem é do deputado e presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural da Alesc, Zé Milton Scheffer (PP).

O ato é um reconhecimento aos serviços prestados pela Epagri à pesquisa agropecuária, à extensão rural e à agricultura catarinense. Além da atual diretoria da empresa, outras 10 personalidades com forte ligação com a história da Epagri serão homenageadas. Tratam-se de servidores de campo, administrativo, extensionistas rurais, pesquisadores, além de cooperativas parceiras e famílias de agricultores. A solenidade será presidida pelo deputado Zé Milton, que é servidor de carreira da Epagri, e destaca a importância da empresa no curso das últimas três décadas. “A Epagri uniu a pesquisa e extensão e levou o conhecimento à família rural. A marca de sucesso da nossa agricultura é fruto da Epagri e do trabalho dos nossos agricultores” declarou Zé Milton.

A sessão contará com a presença da presidente da Epagri, Edilene Steinwandter, e diretoria, representantes da Secretaria de Estado da Agricultura, companhias, cooperativas e entidades ligadas ao agronegócio e pesquisa agrária. Steinwandter, que será homenageada em nome da Epagri, foi recentemente citada em uma lista de 100 mulheres poderosas do agro brasileiro elaborada pela revista Forbes. “Esta homenagem da Assembleia Legislativa representa para nós o reconhecimento de todos os catarinenses pelo trabalho que executamos. Nestes 30 anos de história, a Epagri tem atuado para garantir a segurança alimentar da população, contribuindo para que as famílias agricultoras e pescadoras produzam alimentos limpos e de qualidade. Sentir a gratidão da sociedade em relação ao nosso trabalho de pesquisa e extensão rural renova nossas energias para seguirmos em nossa missão de promover o desenvolvimento sustentável dos meios rural e pesqueiro de Santa Catarina”, explica a presidente a Epagri.

A sessão especial da Alesc antecede a data oficial de aniversário da empresa, que é o dia 21 de novembro.

Confiança e eficiência
Em 1991 o Estado uniu os trabalhos de pesquisa e extensão rural e pesqueira, somando décadas de experiência em diferentes áreas e fortalecendo ainda mais o setor. De lá para cá, a Epagri se firmou junto à sociedade como uma empresa confiável e eficiente, sempre ao lado dos catarinenses.

Atualmente está presente em todos os municípios de Santa Catarina, que podem contar com o serviço de pelo menos um extensionista rural. Dispõe de 13 unidades de pesquisa estrategicamente espalhadas pelo Estado a fim de desenvolver tecnologias aplicadas às necessidades dos agricultores de cada região. A estrutura da empresa conta ainda com 13 Centros de Treinamento, também espalhados pelo território catarinense com o objetivo de capacitar agricultores, técnicos e outros profissionais.

Para manter tamanha estrutura em funcionamento, a Epagri tem uma equipe de 1.686 colaboradores, 40,4% alocados na extensão, 24,4% atuando na pesquisa, 26,6% dedicados ao apoio às duas áreas e os 7,6% restantes desempenhando funções de gestão.

Sucesso no agronegócio
O sucesso de Santa Catarina no agronegócio é um dos reflexos do bom trabalho desenvolvido pela Epagri ao longo de seus 30 anos de história. Em 2020, em plena crise sanitária e econômica, o Estado catarinense alcançou o maior Valor de Produção Agropecuária (VPA) da história: R$40,9 bilhões. No ano passado, a agropecuária catarinense também bateu recorde de participação no valor de exportações do Estado: 70,2%.

Santa Catarina é hoje o maior exportador de suínos e o segundo maior de frangos do país. Somos o maior produtor de cebola, ostra, maçã e carne suína do país; o segundo maior produtor de arroz, carne de frango, palmito, pitaia e pera; terceiro de alho, erva-mate, maracujá e pêssego e quarto de uvas. Tudo isso numa área que ocupa apenas 1,13% do território nacional.

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