Plenário aprova dois projetos de lei na sessão desta quarta-feira (10)


Dois projetos de lei (PLs) sobre denominação de rodovias estaduais foram aprovados na sessão ordinária desta quarta-feira (10) da Assembleia Legislativa. As matérias vão passar pela votação da Redação Final antes de serem encaminhadas para sanção do governador.

O PL 131/2021, do deputado Milton Hobus (PSD), dá o nome de Arquiteto Galeno Ramos Vieira ao trecho da SC-390 entre o entroncamento com a BR-116 e o Rincão do Perigo, no Planalto Serrano. O homenageado, falecido em 2020, foi secretário de Obras de Lages em duas ocasiões, além de ter atuado em vários municípios da região.

Já o PL 388/2021, de deputado Mauro de Nadal (MDB), denomina Celso Marasca a SC-283 entre Mondaí e Itapiranga, no Extremo Oeste. O homenageado era comerciante em Mondaí e foi vítima de um latrocínio em sua residência.

Petrobras
O Plenário da Alesc aprovou mais uma moção de repúdio referente ao preço dos combustíveis. O autor da matéria, deputado Marcius Machado, criticou o presidente da petrolífera pela aprovação da nova remuneração de R$31,8 bilhões aos acionistas.

“A Petrobras, de forma gananciosa e voraz, aplicou 11 aumentos consecutivos no valor do diesel e da gasolinda, tirando do trabalhador, do povo que ganha pouco”, afirmou Marcius. “Agora, entrega mais de R$ 30 bilhões aos acionistas, totalizando mais de R$ 60 milhões no ano, enquanto a gasolina passou de R$ 7. É algo fora do comum. Estão vivendo no mundo da fantasia.”

A moção recebeu o apoio dos deputados Adrianinho (PT) e José Milton Scheffer (PP).

“Há alguns anos esse recurso que era destinado para o lucro era usado como subsídio para deixar o preço do combustível mais barato”, afirmou Adrianinho. “Esperamos que o governo federal possa fazer intervenção na Petrobras para abaixar o preço.”

“O preço do combustível está tirando muito recurso das famílias brasileiras. É muito preocupante essa escalada dos combustíveis. Está degradando a economia. Esse lucro tem o esforço dos caminhoneiros, dos trabalhadores brasileiros, que perderam renda em função da inflação”, completou Scheffer.

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