Encenação de problema matemático foi transmitida em escola municipal


EBM Clara Urmann Rosa realizou em outubro a contação e encenação do “Problema dos 35 Camelos”, um dos problemas matemáticos contidos no clássico livro “O Homem que Calculava”, de Malba Tahan. O projeto é iniciativa do professor de matemática Marco Antonio Vieira com o apoio da gestão escolar.

Pseudônimo de Julio Cesar Mello e Souza, brasileiro, nascido no Rio de Janeiro em 1985, Malba Tahan traz neste problema Beremiz (personagem principal) e um colega de jornada (O homem que calculava) que se deparam com três irmãos discutindo acaloradamente sobre a partilha de uma herança de camelos. Um dos irmãos relatou o problema à Beremiz:

– Somos irmãos – esclareceu o mais velho – e recebemos como heranças esses 35 camelos. Segundo vontade de nosso pai devo receber a metade, o meu irmão Hamed uma terça parte e o mais moço, Harin, deve receber apenas a nona parte do lote de camelos. Contudo, não sabemos como realizar a partilha, visto que a mesma não é exata.

A partir daí, o homem que calculava usa todo o seu conhecimento lógico matemático para resolver o problema da partilha dos 35 camelos, encerrando a discussão e de sobra obtendo uma vantagem para ele e Beremiz no processo.

Para acompanhar toda a história e descobrir como o problema foi resolvido, basta acessar o seguinte endereço: Presencialmente participaram os alunos da turma 71, sendo o evento transmitido ao vivo para as demais turmas da escola e toda a comunidade escolar.

O professor Marco Antonio descreve o desafio de ensinar com outras metodologias durante a pandemia de COVID-19:“Uma cultura de ouvir e contar histórias no contexto matemático teve que ser desenvolvida, a história da matemática e a literatura do Malba Tahan contada pelo professor e pelos alunos tornaram a experiência de aprender matemática mais divertida. Compreender as frações como necessidade humana desde o Egito Antigo e sua importância nos dias atuais e depois poder rever conceitos com uma roupagem de aventura e suspense”, disse o professor.

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