Nada se perde, nada de cria, todo segue em grande transformação

TRANSFORMAÇÃO
Marta

Aos olhos apressados e pessimistas de muitos, o mundo regride em vez de avançar.
O noticiário das relações humanas e o campo político das nações se apresenta conturbado e eivado de intolerância, qual panela de pressão sem escape da água em fervura crescente.
As inquietações sociais produzem terríveis sintomas nas criaturas humanas, como a dizer-lhes que chegamos ao ápice da história, e que somente os mais fortes prosseguirão agora.
Feminicidio, intolerância, fanatismo, terrorismo e pandemia compõem um cenário de medo que acionou os mecanismos de novos estados de inquietação coletiva jamais vista no seio da sociedade contemporânea.
As estatísticas de suicídio, o elevado número de depressivos, ansiosos, desassossegam governos e famílias, pintando um cenário sombrio para os dias futuros.
Os religiosos jazem apáticos diante da crise ou nela estão mergulhados, igualmente experimentando transtornos de difícil superação, e as alternativas filosóficas não conseguem apontar aos desesperados de tão múltiplos setores uma alternativa de serenidade e confiança na superação do dramático momento histórico.
Teria Deus abandonado o homem à própria sorte?
O adversário da Inteligência Suprema teria imposto na Terra seu mando de loucura e dissipações?
Aqui finda-se a história da saga humana sobre o solo triste do planeta em convulsões generalizadas?
A temporada de apostas está aberta. Pessimistas garantem que do caos não sairemos. Realistas propõem que nos acomodemos ao atual quadro moral e social reinante, a fim de sobrevivermos de alguma forma. E os otimistas deixam vazar que tudo isso vai passar, sem previsão de quando este estupor vai nos deixar construir uma sociedade mais justa e fraterna.
Se consulte a história e em quase todas as épocas houve momentos difíceis, revoluções sangrentas, guerras de extermínio que colocaram a sociedade de então em risco de extinção, e conseguimos sair de tais períodos com alguns ferimentos, mas nos reerguemos e edificamos uma nova era.
Quando tudo parecia destinado a um novo armagedom, vultos luminosos desceram ao solo do planeta em estertor e semearam a esperança.
Conflitos deixaram rios de sangue, e almas de escol construíram a paz, muitas vezes com o próprio sacrifício.
Exércitos foram montados para esmagar o adversário, e das guerras o homem belicoso retirou avanços notáveis na área da metalurgia, da engenharia e da construção civil, edificando cidades e jardins.
As crises melhoraram a visão do futuro, abriram portas valiosas da ciência e mostraram alternativas para a conjugação do verbo pazear. As nações elegeram fóruns internacionais para discussão de suas diferenças, estabeleceram códigos comuns a todos no respeito às suas fronteiras e o comércio desviou a atenção dos intermináveis conflitos armados para as disputas de mercado, o que fez avançar as técnicas agrícolas e industriais, diminuindo a fome de pão e criando milhões de empregos.
A pandemia é um bilhete que a Divindade enviou aos leitores terrestres para evidenciar nossa impotência diante da Vontade Excelsa de Deus quando determina que um ciclo seja fechado e outro se abra diante de todos.
Não obstante a resposta científica ao vírus destruidor, o medo se alastra, incontrolável, a ansiedade vergasta bilhões e a incerteza do futuro tirou o sono de incontáveis criaturas.
Enquanto as criptas recolhem todos os dias milhares de chassis orgânicos para reciclagem pelo dispositivo da morte, as maternidades exibem alegrias e felicidade pela chegada de novos habitantes, atestando que Deus ainda acredita nos filhos em rudes experiências nas trilhas da evolução.
Nada se perde. Nada se cria.
Tudo é transformação.
Morre a semente, surge o grelo tenro. Finda-se o ovo, alça voo a ave nele contido.
A vida é um perene hino de esperança. A renovação está embutida na aparente destruição. Do país da luz volvem os redivivos em cânticos de exaltação ao Senhor das estrelas.
Líderes surgem e passam, quais meteoritos na noite escura. Astros de primeira grandeza, atentos ao apelo do
Mestre, corporificam-se no mundo para construírem o mundo de regeneração.
Mártires da primeira hora regressam, embriagados de júbilo, dispostos a novos sacrifícios em prol da causa comum.
O individualismo vai cedendo espaço ao cooperativismo.
As agonias tornam-se êxtase espiritual.
O grito de guerra cede espaço ao cântico de amor.
Se estás desanimado e inquieto, aflito ou agônico, silencia por instantes e ora.
Asserena teu mundo íntimo no oceano vasto da serenidade que verte, abundante, da vida maior, e observarás como a existência é sublime curso educativo, cada dia traz sua lição e para frente é que se anda.
O Cristo não te situou no mundo para a desesperação ou para o coro dos invigilantes. Ele espera de ti confiança e otimismo, determinação e bom ânimo, a fim de que sejas instrumento nas mãos D’Ele, edificando com teu exemplo o admirável mundo novo, pelo qual todos nós ansiamos desde já.
Marta
28.10.2021
Centro Espírita Caminho da Redenção
Mansão do Caminho
Psicografia de Marcel Cadidé Mariano

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