Águas de Joinville deixa de emitir mais de 1,6 mil toneladas de CO2 em dois meses


A Companhia Águas de Joinville (CAJ) deixou de emitir, nos meses de agosto e setembro de 2021, cerca de 1,6 mil toneladas de CO2 (gás de efeito estufa) na atmosfera, o que equivale ao plantio de 5,8 mil árvores. O motivo é a migração de 91% do seu consumo de eletricidade para o Mercado Livre de Energia, por meio de contratos de Compra de Energias Renováveis – solar, eólica e biomassa.

Além disso, a empresa teve uma redução de 27% no custo com energia elétrica nos meses de agosto e setembro, o que representa uma economia de mais de R$ 1 milhão. A Companhia estima uma economia mínima de R$ 18 milhões em três anos.

As duas maiores unidades da Águas de Joinville, a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Cubatão e a Estação Elevatória de Esgoto da rua Florianópolis, iniciaram a operação no Mercado Livre de Energia no mês de agosto. Durante este mês de outubro, está em processo a implantação na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Espinheiros. Para 2022, está prevista a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Jarivatuba.

Com o projeto, a Águas de Joinville também deixou de utilizar, no horário pico, a usina de 4 MW de geração a diesel, mais poluente – hoje usada somente para emergências, em casos de interrupção de energia elétrica ou testes de rotina.

A migração para o Mercado Livre de Energia é um projeto que faz parte do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Companhia Águas de Joinville.

“O PEE conta com ações de gestão de energia, eficiência energética e geração de energia renovável que, juntas, deverão proporcionar uma economia de R$ 38,5 milhões e reduzir mais de 50 mil toneladas de emissões de CO2 na atmosfera nos próximos cinco anos”, afirma Felipe Rodrigues, coordenador de Gestão de Energia e Eficiência Energética da CAJ.

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