Naatz destaca debate em torno dos destinos turísticos inteligentes


A modernização das estratégias públicas e privadas do turismo catarinense seguindo a evolução tecnológica foi um dos principais temas debatidos nesta semana na Assembleia Legislativa. A Comissão de Turismo e Meio Ambiente, sob a presidência do deputado Ivan Naatz (PL), recebeu a visita do secretário Nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Ministério do Turismo, Willian França, para discutir sobre a escolha de Florianópolis como uma das dez cidades brasileiras que vão participar de um projeto-piloto de implantação dos Destinos Turísticos Inteligentes (DTI) no país. A capital do estado foi selecionada pelo Ministério do Turismo.

De acordo com o secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do ministério, William França, o uso da internet, da inteligência artificial, a implantação da banda 5G no sistema de telefonia celular e a conectividade vão atingir positivamente a indústria do turismo. “É uma área econômica formada por 53 segmentos, segundo o Sebrae”, comentou. Segundo ele, antes da pandemia, o turismo respondia por 7,9% do PIB nacional. “O país tem acordado para o fato que o turismo gera emprego e renda. Só em empregos diretos, eram quase oito milhões de vagas diretas e 25 milhões indiretas antes da pandemia”, citou.

Mas, para avançar, o setor precisa se adequar às mudanças tecnológicas, avaliou França. O programa de DTIs prevê que as cidades tenham a tecnologia a favor do turista. “Ele terá tudo na palma da mão quando estiver em Florianópolis. As facilidades, acessos, transporte, rotas, questões de saúde e segurança. Por outro lado, a informação é ferramenta preciosa para o trade turístico. Com esses dados fornecidos pelos visitantes, os empreendedores locais podem direcionar seus investimentos”, observou.

Para o presidente da Comissão de Turismo e Meio Ambiente , deputado Ivan Naatz, o aproveitamento de informações e dados atualizados de forma sistemática e organizada será importante tanto para os empreendedores do trade turístico como para o setor público estabelecer novas políticas para o setor. “As ações em parceria poderão avançar a partir da Capital, mas também contribuirão para a divulgação promocional do estado como um todo em termos de potencial e atrativo turístico. É preciso cada vez mais ampliar este debate”, observou Naatz.

Comunicação Gabinete com Agencia Alesc

Comente com o Facebook