Detetives da dengue recebem certificados de honra ao mérito


O primeiro certificado de honra ao mérito da ação “Joinville contra a dengue” foi entregue para a professora Eliane Dippold, na extensão da Escola Municipal Karin Barkemeyer, no bairro Vila Nova. Esta foi uma forma de agradecimento aos alunos e professores que se envolveram no projeto. A ação de conscientizar os estudantes sobre a importância da vigilância constante para o combate à proliferação da dengue foi realizada em 159 unidades da Rede Municipal de Ensino.

Na Escola Municipal Karin Barkemeyer, alunos de seis turmas do 1º ano participaram das atividades, como as irmãs Ana Catarina e Maria Júlia.

“Aprendi que a dengue é transmitida por um mosquito. Ele bota ovo na água parada. Por isso que não pode jogar lixo no chão ou deixar pneu com água porque as pessoas podem ficar doentes”, ensina Ana Catarina Moreira, de 8 anos.

É esse o objetivo do projeto: fazer com que as crianças se tornem multiplicadores de informações para famílias e comunidade.

“É um trabalho de prevenção, conscientização e sensibilização. A escola tem essa função social, o que os alunos aprendem tem aplicabilidade além dos muros daqui. Eles têm muita capacidade de internalizar conhecimento e levam para casa”, conta a diretora da escola, Marilisa Roos.

A ação “Joinville contra a dengue” foi realizada pela Secretaria de Saúde e pela Secretaria de Educação. Agentes de combate às endemias realizaram uma videoconferência on-line dando orientações de forma lúdica, por meio de um teatro infantil. Os alunos foram designados detetives da dengue e fizeram uma vistoria monitorada nas escolas.

“Desafiamos as crianças a vistoriarem as escolas para eliminar todos os locais que poderiam ser criadouros do mosquito, a serem nossos detetives e nos ajudarem no combate a dengue. Orientamos também para fazerem a vistoria nas casas com auxílio dos pais. Nós tivemos muitos retornos positivo. Eles realmente incorporaram essa ideia de ser um detetive da dengue e nos auxiliam nesse combate”, afirma Anderson da Silva, coordenador da Vigilância Ambiental.

Com a chegada da primavera, o cuidado deve ser ainda maior. “Começam as chuvas, o tempo já está quente, temos que ter esse cuidado especial porque todo lugar com água parada pode criar o mosquito de uma semana para outra. Precisamos dessa força de todos”, reforça Anderson.

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