Estudantes “mergulham” nas fortalezas de Santa Catarina para preservação do patrimônio


As turmas do 7° e 8° ano da Escola Básica Municipal de Florianópolis, Dilma Lúcia dos Santos, na Armação, estão mergulhados em visitas virtuais às fortalezas de Santa Catarina.
  
Neste mês de setembro, foi analisada a Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Para outubro, estão agendadas as fortalezas de Santo Antônio de Ratones e Santa Cruz de Anhatomirim. Também irão estudar sobre a Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba e os fortes de Santana e Santa Bárbara.
  
A ideia é da professora de Geografia, Lílian Claudete Oda Ferreira. “Sempre gostei de fazer saídas de estudos pela cidade para relacionar com os conteúdos debatidos em minha disciplina”, diz.
  
“No contexto da pandemia, por conta do isolamento e distanciamento social, adaptei meus projetos de trabalho para que eles ocorressem de maneira virtual”. 
  
Um dos apoiadores do projeto intitulado “Entre telas: conhecendo e explorando as fortalezas de SC” é a Escola do Mar, da Secretaria de Educação da Capital, que fornece para a unidade educativa videoaulas a respeito das fortalezas. 
  
“Preciso destacar que sem a Escola do Mar não seria possível pensar e realizar esse projeto. Estamos em constante diálogo”. Até o fim do ano, está previsto um encontro síncrono com a equipe da Escola do Mar.
  
Além das saídas virtuais, os estudantes têm uma série de atividades que estão sendo realizadas nas aulas presenciais, e que serão impressas e postadas no Portal Educacional da Prefeitura. 
  
“Acredito que com esse mergulho da garotada nas fortalezas, eles vão poder contribuir para a preservação do patrimônio histórico, natural e ambiental da nossa cidade”, salienta a professora Lílian. 
  
Materiais de pesquisas estão sendo cedidos também a cada estudante pela Coordenadoria de Fortalezas da Universidade Federal de Santa Catarina. A UFSC repassou ainda o livro “Fortalezas da Ilha: uma visita ao passado”. 
 
  
Lílian recebe o apoio da professora Ozania Carvalho, da bibliotecária Kátia Pires, da supervisora Marta Camilo e de bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, da Udesc.  
  
O secretário de Educação de Florianópolis, Maurício Fernandes Pereira, destaca a relevância dessa prática. “Visa estimular os estudantes a assumirem atitudes responsáveis frente aos desafios socioambientais, assim como reconhecer e valorizar os bens culturais e as pessoas que formam o patrimônio cultural da cidade”.

As turmas do 7° e 8° ano da Escola Básica Municipal de Florianópolis, Dilma Lúcia dos Santos, na Armação, estão mergulhados em visitas virtuais às fortalezas de Santa Catarina.
  
Neste mês de setembro, foi analisada a Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Para outubro, estão agendadas as fortalezas de Santo Antônio de Ratones e Santa Cruz de Anhatomirim. Também irão estudar sobre a Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba e os fortes de Santana e Santa Bárbara.
  
A ideia é da professora de Geografia, Lílian Claudete Oda Ferreira. “Sempre gostei de fazer saídas de estudos pela cidade para relacionar com os conteúdos debatidos em minha disciplina”, diz.
  
“No contexto da pandemia, por conta do isolamento e distanciamento social, adaptei meus projetos de trabalho para que eles ocorressem de maneira virtual”. 
  
Um dos apoiadores do projeto intitulado “Entre telas: conhecendo e explorando as fortalezas de SC” é a Escola do Mar, da Secretaria de Educação da Capital, que fornece para a unidade educativa videoaulas a respeito das fortalezas. 
  
“Preciso destacar que sem a Escola do Mar não seria possível pensar e realizar esse projeto. Estamos em constante diálogo”. Até o fim do ano, está previsto um encontro síncrono com a equipe da Escola do Mar.
  
Além das saídas virtuais, os estudantes têm uma série de atividades que estão sendo realizadas nas aulas presenciais, e que serão impressas e postadas no Portal Educacional da Prefeitura. 
  
“Acredito que com esse mergulho da garotada nas fortalezas, eles vão poder contribuir para a preservação do patrimônio histórico, natural e ambiental da nossa cidade”, salienta a professora Lílian. 
  
Materiais de pesquisas estão sendo cedidos também a cada estudante pela Coordenadoria de Fortalezas da Universidade Federal de Santa Catarina. A UFSC repassou ainda o livro “Fortalezas da Ilha: uma visita ao passado”.    
Lílian recebe o apoio da professora Ozania Carvalho, da bibliotecária Kátia Pires, da supervisora Marta Camilo e de bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, da Udesc.  
  
O secretário de Educação de Florianópolis, Maurício Fernandes Pereira, destaca a relevância dessa prática. “Visa estimular os estudantes a assumirem atitudes responsáveis frente aos desafios socioambientais, assim como reconhecer e valorizar os bens culturais e as pessoas que formam o patrimônio cultural da cidade”.

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