Apresentação de mágica é um dos projetos aprovados pela Lei Aldir Blanc


Notícias de Balneário Camboriú - SC HOJE News

A Fundação Cultural de Criciúma (FCC), aprovou o projeto Brincando com Mágica através do edital n° 002/2020 e da lei federal de emergência cultural Aldir Blanc n°14.017. O projeto é uma apresentação de mágica em vídeo, voltada para criança e tem 23 minutos de duração. Além disso, a ação disponibilizou 800 livros infantis para escolas de Criciúma e a Secretaria de Educação do município será responsável pela distribuição. O vídeo pode ser acompanhado no link: https://www.youtube.com/watch?v=CbTXJ79ciLY.

O show conta com aparição e transformação de objetos e outras performances. O objetivo da ação é levar entretenimento para crianças durante a pandemia e inicialmente, previa a realização de quatro apresentações presenciais em escolas municipais de Criciúma, mas teve que se adaptar devido ao distanciamento social recomendado pelo Ministério da Saúde. “Isso foi totalmente novo para mim. Meu show é muito interativo e fazer mágicas para uma câmera foi diferente”, conta o mágico e idealizador do projeto, Francisco Osmar do Vale. “Me coloquei à disposição da Secretaria de Educação para que quando voltarem as apresentações presenciais, eu possa realizar os quatro shows”, destaca.

Os 800 livros de colorir e de atividades serão distribuídos para crianças do ensino fundamental da primeira a terceira série. “Trabalhar com livros como esses é muito importante para desenvolver esse período inicial da fase de alfabetização”, diz Maurício Geraldo, também proponente do projeto e dono de uma empresa de livros. “Esse projeto só foi possível por conta da lei Aldir Blanc”, afirma Maurício.

A ação foi aprovada na categoria de duas pessoas, sendo contemplada no valor de R$10 mil. “Independente da ajuda financeira, o nosso objetivo é fazer com que as crianças possam se divertir mesmo sem os shows presenciais”, declara Francisco. “Agradeço à Fundação Cultural. Desde o início do projeto, deram todo o suporte aos artistas de Criciúma”, conclui.

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